terça-feira, 28 de agosto de 2007

Pequenos Poemas do Livro ApoesiApoemA - Degustem.....

A Poemia

A Poesia ama o Poema.
Da união e do amor
Nasceu a Poemia.


3º pessoa

Eu não sou bom em nada
uso máscaras
e sou uma farsa.


A barba.

Quando mais novo
usava a barba por estética e rebeldia.
Hoje uso em homenagem ao meu pai.

Assim fazia Jesus?


Para os demais

Talvez não seja esse poeta todo
talvez seja torto
ou clichê.
Você.


OhumanO 1 ano ano anos

pênis vagina ânus espaço em branco
espaço largo, de pele e minuano
sabão em pó de nariz aspirador todo mundo pirador
dor e pira vira amo Ummano anos
que o sol está só e a lua coberta de gelo e brancura
não cura a loucura do sol pela lua
porém existem milhares de luas além da lua na rua
humana feminista grita no canto:
e existe também milhares de sol's
e com diferentes grandezas
vossa alteza, firmeza, certeza é a realeza e seja: OhumanO
buraco vazio igual a zero. Estômago e espelho
medo e amor. Berrar é humano, amar também
porém amar todo mundo quer
porém pro bem da nação e civilização?
Humano é razão e solidão.


Conclusão

Meu ódio é o amor
Porém não estou vivo
E não sou nada para afirmar isso.


Para a minha Lápide

Não sou finado
Nem estou findado
Fui.


Bom Dia

Vou
Estou
Pleno
Confiando no poder amarelo do sol.


Poemia 2

Talvez a maior solidão esteja dentro de mim.
Ela ou punheta?
Punheta ou poema?
Talvez a maior solidão esteja dentro de mim.
Punheta ou punheta?
Ela ou poema?

Só me interessa o que quero.
Lei Liberta. Lei do Inventário.
E me interessa muito o que não é meu.
Lei pública e clichê.
Só me interessa o que quero.
Lei Liberta. Lei do Inventário.
E interessa-me muito o público e o clichê.
Lei íntima do corpo meu e todo seu.

Talvez a maior solidão esteja fora de mim.
Poema ou punheta?
Punheta ou ela?
Talvez a maior solidão esteja fora de mim.


Ironia

Tudo é quase sem querer
Principalmente para quem domina o mundo.

4 comentários:

CINTIA THOMÉ disse...

Muita intensa tua palavra, diversidade em uma palavra. Arrancas a verdade das contingências insanas e padronizadas da vida. Gostei. A Bahia está de joelhos a tua frente, acredito.

.icasaes disse...

Grande Zejusa da Bahia, me faz lembrar dos velhos tempos e daquela poemia toda. Devo dizer que também sou da poemia, e portanto, estamos ambos os dois aqui. Nesse endereço, http://www.xilaveca.blogspot.com , artistas, escritores e afins têm transado idéias e interagido com suas obras. Lá você pode publicar seus textos, ou fazer um texto para um desenho, ou com o mesmo tema, ou o tema contrário, ou alguém ilustrar determinado esse ou aquele trabalho seu e, enfim, as possibilidades se fazem das vontades, como sabem todos que querem. Eu, na humildade da minha condição literária, também estreei um blogue onde posto alguns textos e gravuras, o http://www.osindicoqueouviamentiras.blogspot.com
e que se faça a poemia
.icasaes

.icasaes disse...

Oh, sim! E em nome da poemia e do nosso finado doutor antônio carlos, devo dizer à senhorita cintia aí de cima que a boa e velha bahia não fica de joelhos nem de frente nem de trás
para ninguém, certo? E Zejusa que confirme minhas palavras.

Sérgio Caetano disse...

Ei q bom q gostou...tava ouvindo algumas músicas de lobão e pink floyd ai ja sabe né a cabeça começa a pirar...rsrsrrs.