terça-feira, 26 de agosto de 2008

Dois poemas antigos e que têm muito haver comigo

Estado de Espírito

Quando a fumaça toca na água
a água não toca
ultrapassa.

//////////////

Refúgio

Hoje eu vou ficar
bem detrás dos meus olhos
bem no meio da minha pupila
saboreando a grande castanha que há
em meus olhos.

2 comentários:

paula barros disse...

Vim ler os seus poemas. A sua emoção.
abraços

amaral disse...

essa fumaça liquidifica o elemento bruto, guto, não toque, passe.